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Jan 12
publicado por Era uma vez na América, às 16:30link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Nos Estados Unidos quando falamos de canais de notícias por cabo, falamos sobretudo da MSNBC e Fox News. Líder de audiências destacadíssima, a FOX News alterna entre os apresentadores conservadores e os jornalistas de hardnews nos grandes momentos comunicativos. Num distante segundo lugar, a MSNBC já relegou o jornalismo e aposta, sobretudo no primetime, nos apresentadores "liberais". A prova disso é que a cobertura da noite eleitoral no Iowa será feita exclusivamente pelos apresentadores "esquerdistas" da estação. Um canal assumidamente de esquerda. A conservadora Fox News ainda vai mantendo os seus jornalistas no ar, como Bret Baier, Chris Wallace ou Shepard Smith. Mas é este o modelo de negócio de futuro: canais activistas. A CNN que se cuide. 


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O ano político foi ocupado, em grande parte, pelas duras negociações no Congresso entre republicanos e democratas. Uma batalha épica que apenas terá o seu término nas próximas eleições de 2012. Ou talvez não. No entanto, a grande discussão política passou sobretudo pelo congresso, onde os democratas controlam o senado e os republicanos a câmara dos representantes. Lutas constantes sobre o défice, o limite do endividamento, os cortes na despesa e o aumento, ou não, dos impostos. No próximo ano a batalha promete continuar, até porque não há ainda garantia de financiamento do estado federal até ao fim do ano. 


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Depois do ano catastrófico de 2010, onde o Partido Democrata obteve a maior derrota dos últimos 60 anos, Barack Obama acabou por ter um ano mais positivo. Não o suficiente para recuperar o estatuto de favorito para as próximas eleições presidenciais, mas conseguiu manter-se com níveis de popularidade mais ou menos idênticos ao longo do ano. Por vezes sobe, outras desce, mas na verdade chega ao inicio de 2012 em condições de ser reeleito. Não será fácil, mas terá recuperado do annus horribilis de 2010. Ainda assim, obteve vitórias importantes como a morte de Bin Laden, a intervenção na Líbia e algumas vitórias no congresso contra os republicanos. Veremos se sobrevive a 2013. 


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A campanha republicana este ano teve momentos de um verdadeiro reality show. Com vários temas, teve três principais protagonistas: a digressão de promoção editorial que ficou conhecida por "campanha presidencial de Newt Gingrich", Oops - uma campanha de gaffes, de Rick Perry ou ainda os escandantes casos de Herman Cain. Com muito destaque em todos os media, mas com impacto negativo para o Partido Republicano, ficam para a história os reality shows de Rick Perry e Herman Cain. Newt Gingrich ainda se pode safar, apesar de tudo. 


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Poucos políticos brilharam tanto em 2011 como o governador republicano de New Jersey. Sofreu pressões de todos os lados para avançar para uma candidatura presidencial, mas Chris Cristie preferiu esperar pela sua altura. Governador apenas desde 2009, irá tentar a reeleição em 2013, para depois preparar uma candidatura presidencial em 2016 ou 2020. Isto se não for escolhido já este ano para candidato a Vice Presidente. Juntamente com Paul Ryan e Marco Rubio, uma das maiores estrelas do Partido Republicano. 


31
Dez 11
publicado por Era uma vez na América, às 22:49link do post | comentar

O milionário Donald Trump foi uma das figuras do ano. Depois de meses a especular sobre uma candidatura presidencial (chegou a liderar as sondagens nacionais do GOP), acabou por anunciar que não ia avançar, logo após o fim do seu reality show na NBC. Durante o Verão reuniu com vários candidatos republicanos e chegou mesmo a dizer que iria declarar o apoio a um deles. Tentou organizar um debate, moderado por ele, no final deste mês, mas os principais candidatos recusaram debater nesse fórum. Despeitado pelos candidatos, Trump anunciou que deixou de ser republicano e passou a ser independente. E já ameaçou com uma candidatura presidencial independente no próximo ano. Tudo para aumentar as audiências. Uma verdadeira estrela do mundo do espectáculo. 


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No ano de 2011, o movimento de protesto Occupy Wall Street conquistou um importante espaço na agenda mediática. Apesar de não ter um manifesto político claro (ao contrário do Tea Party), este movimento promete continuar a dar que falar em 2012. Nos últimos tempos, depois das cenas de violência, perdeu apoio popular nos Estados Unidos, mas alguns políticos democratas continuam a declarar o seu apoio ao OWS. Se continuarem a radicalizar o discurso com violência nas ruas, poderão prejudicar quem os apoia políticamente. Além disso, temos de estar atentos à participação deste movimento nas convenções de Tampa (republicanos) e Charlotte (democratas). 


publicado por Era uma vez na América, às 20:02link do post | comentar

John Boehner é na actualidade o líder republicano mais poderoso do país. No último ano esteve na linha da frente dos vários combates políticos entre republicanos e democratas. Apesar de ter acabado o ano com uma grande derrota, foi uma das figuras políticas do ano que agora termina. Neste próximo, em período de campanha presidencial, já não deverá ter tanto palco. Mas deve aguentar-se mais dois anos como Speaker da Câmara dos Representantes. 


publicado por Era uma vez na América, às 17:37link do post | comentar

A morte de Osama Bin Laden é um dos grandes sucessos na frente externa da presidência Obama. Ao desaparecimento do inimigo número dos Estados Unidos juntou-se ainda a eliminação de diversos líderes de topo da Al-Qaeda. Foi um bom ano na luta contra o terrorismo. 


publicado por Era uma vez na América, às 16:32link do post | comentar

Andrew Cuomo, governador de Nova Iorque, é talvez o nome mais forte apontado para as presidenciais de 2016. Num partido em que lhe faltam "estrelas", Cuomo é um dos governadores da América com taxas de aprovação mais elevadas e tem conseguido vitórias na sua governação. Tem enfrentado de frente o problema da dívida do estado e conseguiu a aprovação do casamento homossexual em NY, o que lhe valeu o apoio dos movimentos esquerdistas americanos. Uma voz a ter em conta para o futuro do Partido Democrata. 


publicado por Era uma vez na América, às 14:45link do post | comentar

Sarah Palin foi um nome incontornável no ano que passou no mundo do... espectáculo. A sua One Nation Tour, que terá servido não se sabe bem para o que propósito, foi apenas um dos momentos do ano da antiga governadora do Alaska. Apesar de não se saber nada sobre os objectivos desta tournée, poucos eventos foram tão perseguidos pelos media como a One Nation Tour. Depois de ter protagonizado uma série de documentários de sucesso sobre o estado natal, Palin foi ainda animadora de várias entrevistas na Fox News. Apesar de ter perdido protagonismo na política, Palin continua a ser uma voz poderosa no mundo do espectáculo. 


publicado por Era uma vez na América, às 12:30link do post | comentar

A retirada do Iraque foi um dos acontecimentos do ano. Depois de oito longos anos numa guerra dramática, os Estados Unidos retiram do Iraque com uma serenidade impensável em 2005 ou 2006. Barack Obama conseguiu assim um sucesso diplomático muito à custa da "surge" que George W. Bush implementou em 2007. Não sabemos ainda como vai ser o futuro do país, e a violência sectária até pode regressar ao país. Mas por enquanto, o fim da guerra do Iraque conta como uma vitória para o presidente Obama. 


publicado por Era uma vez na América, às 11:02link do post | comentar

Paul Ryan, congressista do Wisconsin, com apenas 41 anos é já uma das estrelas do Partido Republicano. Pressionado por vários sectores para avançar para uma candidatura presidencial já este ano, foi um dos políticos em destaque com o seu plano para reformar os programas sociais. Tem sido apontado como potencial candidato a Vice Presidente. Um dos nomes mais fortes para 2016 ou 2020. 

 

(Durante o dia de hoje e de amanhã colocaremos aqui os destaques de 2011 do Era uma vez na América, divididos por três categorias: políticos, acontecimento e showbizz)


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