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Nov 12
publicado por Nuno Gouveia, às 23:15link do post | comentar

Ao mesmo tempo que mediava o frágil acordo de paz entre Israel e o Hamas, e recebia, por isso, elogios de Hillary Clinton, o Presidente Morsi do Egipto decretava o aumento de poderes para ele próprio, dando mais uma machadada na sua credibilidade de democrata. Mas até quando poderá Obama ficar em silêncio, isto se o Egipto continuar a afastar-se da democracia e a ameaça da teocracia continuar a aumentarl? A ajuda financeira permanece idêntica à era de Mubarak (o Egipto é um dos países que recebe mais ajuda dos Estados Unidos), mas começa a existir contestação em Washington a esses apoios. Creio que a Administração Obama percebe que tudo deve fazer para manter o Egipto próximo, e por isso, tem evitado criticar veemente o país dos Faraós. Mas também tenho muitas dúvidas se este género de declarações será suficiente. Com a situação síria, a ameaça nuclear iraniana, o Afeganistão ainda em chamas, o Iraque a dar sinais do regresso da violência sectária, esta região do globo será certamente uma dor de cabeça para o segundo mandato do Presidente. 


Desculpem este comentário, que nada tem a ver com o posto:
Grande "relatório" final sobre as eleições dos USA 2012, por Lary Sabatto http://www.centerforpolitics.org/crystalball/articles/12-from-12-some-takeaways-from-a-wild-election/
Miguel Direito a 27 de Novembro de 2012 às 15:34

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