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Mai 12
publicado por Alexandre Burmester, às 21:21link do post | comentar

Num ano em que um presidente se recandidata, as primárias do seu partido não têm normalmente história, embora haja, por exemplo, as notáveis excepções de Lyndon Johnson em 1968 (acabou por se retirar da corrida), Gerald Ford em 1976 e George H.W. Bush em 1992.

 

Os três presidentes que acima mencionei tiveram candidatos de relevo contra si, e nenhum deles ganhou em Novembro. Não é esse o caso do Presidente Obama, contra o qual nenhum candidato sério surgiu.

 

Mas que conclusões tirar das primárias democráticas nos estados de Arkansas, Kentucky e West Virginia? Sem ninguém contra si, Obama ficou abaixo dos 60% nesses três estados, incluindo 59% no último daqueles estados contra um concorrente que está a cumprir pena de prisão no Texas.

 

Estes números parecem denotar pouco entusiasmo na base democrática, que o Presidente terá de motivar para conseguir ser reeleito.


1-Ninguém vai as primàrias democratas, assim os anti-Obama tem um peso extremamente maior do que a realidade
2-esses estados são conservadores e votarão em qualquer republicano em novembro.
3-coisa semelhante não acontece nos estados decisivos nesta eleição, estados onde Obama vem mantendo a liderança nas pesquisas.
Joao Felipe a 28 de Maio de 2012 às 23:08

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