10
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 22:32link do post | comentar

Conforme podemos observar por este gráfico do Real Clear Politics, Barack Obama recebeu uma "prenda" nas sondagens depois da morte de Osama Bin Laden. São números significativos mas não tão positivos como se chegou a esperar. Nate Silver chegou mesmo a falar numa popularidade acima dos 60 por cento. Não sei se estes números vão continuar a subir nas próxima semanas (e é provável que sim), mas estes resultados não devem ter descansado a Casa Branca. Com uma avaliação positiva de pouco mais de 51 por cento dos americanos, isto significa que mesmo depois deste momento efusivo da Presidência Obama, muitos americanos continuam afastados do Presidente. E muito dificilmente irão regressar a Obama. Mais uma razão para continuar a defender que a reeleição não foi garantida pela morte de Bin Laden, como ouvi muito boa gente defender. 


publicado por Nuno Gouveia, às 13:23link do post | comentar | ver comentários (2)

(retirada daqui)

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09
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 01:16link do post | comentar

O correspondente do Expresso nos Estados Unidos, Ricardo Lourenço, realizou uma entrevista em exclusivo ao antigo director da CIA entre 2006 e 2009. Um excelente relato de quem comandou o inicio da operação que culminou com a morte do líder da Al-Qaeda. 

 

Enquanto director da CIA, o senhor iniciou a operação que terminou no domingo com a execução de Osama Bin Laden. Pode descrever os primeiros passos dessa investigação?

Em 2007, o chefe da Unidade Bin Laden, o corpo de agentes especiais da CIA com a missão exclusiva de capturar ou executar o líder da Al-Qaeda, revelou-me que tinha começado a vigiar possíveis elementos da rede de comunicações da Al-Qaeda, nomeadamente homens que Bin Laden usava como mensageiros. Definimos uma abordagem que eu poderia classificar como sendo uma abordagem indirecta ao alvo (Bin Laden). Em vez de irmos à sua procura e mais cedo ou mais tarde confrontá-lo, perseguimos a sua rede de comunicações. Sabíamos que ele continuava em contacto com as várias células da Al-Qaeda, mas que essa comunicação não era electrónica. Ela só podia estar a ser passada boca a boca. A decisão por esta pista foi muito difícil, quase um tiro no escuro. Tudo foi feito de uma forma muito lenta e cada etapa foi ultrapassada sempre de forma a não comprometer a etapa seguinte. Mas, pouco a pouco, reconstruímos a rede de comunicações de Bin Laden. Tínhamos alguma informação que nos fora dada por vários elementos da Al-Qaeda capturados pelas forças americanas. Graças ao programa de interrogatórios da CIA, começámos a construir a investigação, partindo dessas informações. Costumo dizer que esta operação não foi construída peça por peça, nem sequer tijolo por tijolo; foi pedrinha por pedrinha. Foi este processo que nos permitiu detectar o homem de confiança de Osama Bin Laden, o tal kuwaitiano que servia de mensageiro ao líder da Al-Qaeda. A partir daí foi fácil descobrir a casa em Abottabbad e começar a preparar a operação.

 

Ler entrevista completa


publicado por Nuno Gouveia, às 00:52link do post | comentar

Não é todos os dias que tal acontece, mas hoje vários republicanos elogiaram Barack Obama. O tema não podia deixar de ser "Osama Bin Laden", mas foram vários que neste domingo, nos programas da manhã, proferiram palavras positivas para o Presidente. Na CBS, no "Face The Nation" esteve o antigo Secretário da Defesa, Donald Rumsfeld. No "Meet the Press" da NBC estiveram Rudy Giuliani, Michael Chertoff, antigo Secretário da Segurança Nacional e Michael Hayden, o director da CIA nomeado por George W. Bush. Por fim, até Dick Cheney, um crítico acérrimo de Obama nos primeiros meses em assuntos de segurança nacional, teve palavras simpáticas para o Presidente, apesar de ter defendido os métodos de interrogação aplicados durante os anos W. Bush. 


07
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 22:48link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Aconselho a leitura deste excelente ensaio do Bernardo Pires de Lima na Notícias Sábado. Mas não acredito que o sucesso desta operação vá facilitar muito a reeleição de Obama. Com o estado da economia, o debate irá centrar-se sobretudo aí. Ajuda a construir uma narrativa de sucesso desta Presidência, mas na hora de votar, serão os assuntos económicos a pesar na balança dos eleitores moderados e que decidem as eleições. Lembremo-nos da popularidade estratosférica do Pai Bush por esta altura do seu mandato por causa da Guerra do Golfo. Quem o deitou abaixou foi precisamente a economia. Por outro lado, e apesar do folclore que tem rodeado estas primárias republicanas, não deverá ser um dos "radicais, excêntricos e até patéticos" (concordo inteiramente com a descrição do Bernardo) a vencer. Estejamos atentos aos governadores credíveis na corrida: Romney, Pawlenty e provavelmente Daniels e Huntsman. Se por acaso um candidato do folclore (Palin, Bachmann ou Trump) vencesse as primárias, então o assunto para Obama poderia ficar resolvido. 


06
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 00:29link do post | comentar

O histórico apresentador Larry King esteve hoje em Portugal, nas Conferências do Estoril


publicado por Nuno Gouveia, às 00:28link do post | comentar

(foto retirada daqui)

 

Às 02h (de Lisboa) realiza-se o primeiro debate presidencial do ciclo eleitoral de 2012. Na Carolina do Sul vão estar em debate apenas cinco candidatos, sendo que o único "top tier", como lhe chama aqui o LA Times, será Tim Pawlenty. Os outros participantes serão Rick Santorum, Ron Paul, Herman Cain e Gary Johnson. Os restantes nomes, como Mitt Romney, Jon Huntsman e Newt Gingrich, recusaram participar neste debate organizado pela Fox News. Em principio deverá ser um debate sem grandes motivos de interesse. Mas é o arranque oficial da corrida para a nomeação republicana. 


04
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 18:56link do post | comentar

Foi o primeiro convidado a discursar nas Conferências do Estoril. A minha análise sobre a sua intervenção


publicado por Nuno Gouveia, às 10:33link do post | comentar | ver comentários (5)

Não é grande novidade nem é propriamente a melhor altura para o anunciar, mas ontem foi noticiado que Jon Huntsman Jr., antigo governador do Utah e Embaixador dos Estados Unidos na China, criou uma PAC para poder angariar dinheiro e organizar uma campanha presidencial. Ainda não é certo que avance, mas o Politico informa que o anúncio formal deverá surgir no inicio do Verão. 

 

Jon Huntsman tem um currículo notável. Com apenas 32 anos foi nomeado Embaixador dos Estados Unidos em Singapura por George H. Bush. Membro de uma das famílias mais ricas dos Estados Unidos, donos da Huntsman Corporation, colaborou ainda nas Administrações Reagan, H. Bush e George W. Bush. Entre 2004 e 2009 foi governador do Utah, estado dominado pela comunidade Mórmon, como ele próprio. Em 2009, e segundo as más linguas, vendo nele um perigo como potencial adversário para 2012, Barack Obama lançou-lhe um convite para o cargo mais importante no exterior: Embaixador da China. Mas isso não atemorizou Huntsman. No inicio deste ano anunciou que ia abandonar o lugar em Abril, iniciando-se logo os rumores que se ia candidatar a Presidente dos Estados Unidos. Entretanto, e como ele estava impedido de estar envolvido na política activa enquanto membro do Governo, um grupo de colaboradores formou uma PAC e criou as raízes da sua campanha presidencial. 

 

Não terá vida fácil. Em primeiro lugar, e isso não deixará de ser bastante explorado, foi membro da Administração Obama. Além disso, é considerado um moderado dentro do Partido Republicano, o que lhe poderá ser bastante prejudicial nas primárias dos estados conservadores, como o Iowa e Carolina do Sul. Mas também apresenta vantagens. Tem as condições para se apresentar como o candidato anti-Romney (a batalha Mórmon), pelo lado da máquina republicana. É considerado um excelente candidato para as eleições gerais, e tem o dinheiro necessário para montar uma máquina competente para as primárias. Tem boa imagem, é telegénico e possui um currículo formidável. Não apostaria o meu dinheiro (nesta fase) neste candidato, mas a seguir a Romney, Pawlenty e Daniels, dentro dos nomes prováveis, será aquele com mais hipóteses de vitória. Não muitas, mas algumas.  


publicado por Nuno Gouveia, às 09:50link do post | comentar

Se não há nada a apontar à operação militar que terminou com a vida de Osama Bin Laden, erros foram cometidos nas horas seguintes. Mark Halperin, com a perspicácia habitual, aponta cinco. Não comprometem o sucesso da missão, mas ofuscam um pouco o grande momento. Por considerar relevante, transcrevo aqui a opinião de Halperin. 

 

No one can question the heroism of the US military, the doggedness of the intelligence community, or the cajones of the President in making the call. But the administration has since made real errors, some with political costs, some with substantive costs, and some with both. The major errors so far:

 

1. Not getting its story straight: Was bin Laden armed or not? What woman served as a human shield? Who actually was killed beyond the main target? The administration deserves mountains of credit for its painstaking, conspicuous effort to brief the world on the mission, knowing a lot of information would have to be held back to protect sources, operatives, methods, and sensitive data. Which makes the carelessness of the errors somewhat surprising. The costs: the media coverage sours, the President’s opponents (especially on talk radio) go crazy, other details of the mission unfairly get called into question, and the wild theories of global enemies and conspiracy seekers get a foothold.

 

2. Not giving George W. Bush enough credit for helping bring bin Laden to justice: Even if the White House believes the previous occupant had nothing to do with OBL’s ultimate demise, it would have been better for national unity and Obama’s own political fortunes if he had gone out of his way to thank 43. His invitation to Bush to join the event Thursday at Ground Zero (an offer declined) was the right idea, but belated.

 

3. Letting the photo debate get out of control: The decision about whether to release images of a dead bin Laden is not an easy one. But the administration’s conflicting statements and public agonizing has created an extended distraction. The White House has stumbled by violating one of Washington’s iron rules: when something becomes famous inside the Beltway for not being released, the pressure from the media to release it becomes unrelenting.

 

4. Letting the debate about the war in Afghanistan get out of control: There are signs that some of the president’s advisers are looking to scale back the commitment in Afghanistan sooner rather than later. But by failing to go on the offensive in defining and defending whatever policy the President wants to pursue, the White House has allowed those pressing for an end of the war to use bin Laden’s death as rhetorical leverage.

 

5. Letting the debate about Pakistan get out of control: The congressional and media demand for a radical change in America’s relationship with Pakistan is burning like wildfire. The administration knows that a shift in policy is complicated and compromising, and not necessarily in the United States’ interest. Stoking the problem: executive branch officials, publicly and privately, are expressing incredulity that the Pakistanis were unaware bin Laden was hiding in plain sight in their country. There should be and will be a debate about all this, but the administration’s actions and inactions is making it less likely it will be on their terms.


03
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 20:27link do post | comentar

(Credit: DigitalGlobe)

On a moonless night eight months later, 79 American commandos in four helicopters descended on the compound, the officials said. Shots rang out. A helicopter stalled and would not take off. Pakistani authorities, kept in the dark by their allies in Washington, scrambled forces as the American commandos rushed to finish their mission and leave before a confrontation. Of the five dead, one was a tall, bearded man with a bloodied face and a bullet in his head. A member of the Navy Seals snapped his picture with a camera and uploaded it to analysts who fed it into a facial recognition program.

 

A história toda da morte de Bin Laden, no New York Times. 


publicado por Nuno Gouveia, às 18:49link do post | comentar

As primeiras sondagens depois da morte de Osama Bin Laden indicam já um subida consistente da popularidade de Barack Obama. É de prever que continue a subir nas próximas semanas. Estes números são relevantes para perceber qual o eleitorado que ainda não está completamente alienado do Presidente. Mas ninguém pense que são significativos para as eleições de 2012. Daqui a dois/três meses, avaliaremos melhor a condição do Presidente. Com a situação económica a manter-se nos actuais níveis, ninguém votará em Obama por causa da morte de Bin Laden. 


publicado por Nuno Gouveia, às 00:06link do post | comentar

(O gabinete de crise a acompanhar a operação no Paquistão. Na Time.)


02
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 17:23link do post | comentar | ver comentários (3)

 

Como referi anteriormente, a relação com o Paquistão está cada vez mais perigosa. O anterior presidente Pervez Musharraf, aliado dos americanos, já veio dizer que este ataque é uma violação à integridade territorial do país. E não deixa de ser verdade, pois as autoridades do país não foram informadas do raide militar. Mas Obama não tinha outra solução, e até já o tinha avisado ainda durante a campanha presidencial de 2008. Num debate, penso que com Hillary Clinton, Obama tinha dito que se recebesse informações que Osama Bin Laden estava escondido no Paquistão, daria ordens às forças militares para o capturar ou matar. Foi precisamente isso que aconteceu. Pedir a colaboração aos paquistaneses significaria provavelmente que a operação não seria bem sucedida. 

 

Mas esta questão é problemática, pois há muitos anos que se conhece as relações próximas entre oficiais paquistaneses a a Al-Qaeda e os Talibans. O facto de Bin Laden estar instalado numa cidade com uma base militar, conhecida por ser a "West Point" paquistanesa, deixa pouca margem para dúvidas que estava a ser protegido por altos quadros do exército. As tensões, que nos últimos tempos tinham vindo a subir devido aos ataques dos Drones, entre os Estados Unidos e o Paquistão vão subir ainda mais. Mas ninguém espere uma quebra entre estes dois países. Um Paquistão nuclear e vizinho do Afeganistão é demasiado importante para ser deixado sem apertada vigilância. Esta relação é um dos grandes desafios da Administração Obama. 

 

Sobre esta captura, aconselho a leitura deste artigo da The New Yorker. (de onde retirei essa fotografia)


publicado por Nuno Gouveia, às 11:48link do post | comentar | ver comentários (6)

 

Foi neste tom que Obama comunicou a morte de Osama Bin Laden. Há poucas alturas em que o povo americano se une em relação a um tema. Raramente é por boas razões, mas a morte do líder da Al-Qaeda recolheu o apoio quase unanime da sociedade americana. Da esquerda à direita, todos se uniram para felicitar o Presidente e o exército americano por esta operação militar*. Barack Obama obteve uma grande vitória para a sua Administração e para os Estados Unidos. Não tenhamos dúvidas: ontem assistimos a um pedaço muito importante da história do século XXI. 

 

Osama Bin Laden era procurado pelos Estados Unidos desde a década de 90, mas depois dos atentados do 11 de Setembro transformou-se no inimigo número um do país. George W. Bush avisou que era procurado "morto ou vivo", mas nem sempre os serviços secretos americanos foram competentes. Apesar dos rumores que vivia em grutas no Afeganistão, Bin Laden foi morto numa vivenda no Paquistão. Pelas informações já disponibilizadas, sabe-se que a casa onde habitava foi construída em 2005 e que estava rodeada de fortes medidas de segurança. Os americanos chegaram a Bin Laden através da ajuda de informações recolhidas em Guantanamo há alguns anos. Depois de meses de planeamento, Obama deu ordens às forças especiais atacarem o complexo onde o líder da Al-Qaeda se escondia. Sabe-se ainda que Obama recusou o bombardeamento do complexo por Drones, pois preferiu uma operação terrestre para se obterem provas da sua morte. Na operação foram ainda mortas mais quatro pessoas, incluindo um dos filhos de Bin Laden. Nenhum soldado americano foi ferido ou morto. 

 

Esta morte terá sérias implicações na condução da política externa. A zona Paquistão/Afeganistão permanece como uma das grandes dores de cabeça para a Administração Obama. Durante anos, responsáveis paquistaneses garantiram que Bin Laden não vivia no seu território. Mas alguém acredita que vivia calmamente num complexo bem guardado numa cidade paquistanesa sem cobertura das forças de segurança ou militares? Não por acaso, os Estados Unidos conduziram esta operação em solo paquistanês sem informar as autoridades locais. A relação com este país está cada vez mais perigosa. 

 

Por outro lado, o desaparecimento de Bin Laden servirá como balão de oxigénio para prosseguir a guerra no Afeganistão. Além disso, com Bin Laden morto, poderá ser mais fácil trazer forças afegãs para o campo americano, a exemplo do que sucedeu no Iraque depois da morte de Musab Al Zarqawi. Na luta contra o terrorismo, isto significa uma poderosa vitória simbólica, mas na prática  cenário não se altera radicalmente. As operações da Al-Qaeda já não dependiam directamente de Bin Laden e está muito enfraquecida depois dos reveses que sofreu nos últimos dez anos. Mas é de esperar actos terroristas nos próximos tempos para "vingar" a sua morte. Por fim, será importante estar atento às reacções no mundo muçulmano. Bin Laden ainda é uma figura popular na rua árabe, e será interessante verificar como a sua morte será interpretada pelos líderes e populares.

 

Nota final para Obama: esteve perfeito na sua actuação como Comandante em Chefe. Além do plano por ele aprovado ter corrido na perfeição, teve a cortesia de informar previamente os Presidentes Bill Clinton e George W. Bush da morte de Bin Laden e a sua comunicação ao país foi efectuada no tom que se exigia. Não foi excessivamente triunfalista e alertou para os perigos que o país continua a enfrentar. Nota 20 para o Presidente dos Estados Unidos. Mas é extemporâneo, como tenho lido, afirmar que esta morte garante a sua reeleição. Se tivesse sido morto perto das eleições, a história seria outra. Mas a 18 meses das eleições gerais, poderá não terá grande impacto na opção de voto. Não tenhamos ilusões: a sua popularidade vai subir nas próximas semanas, mas daqui a uns meses, se os problemas na economia, no desemprego ou nos preços dos combustíveis persistirem, voltará a descer. Não foi por ter capturado Sadam Hussein, outra "besta negra" para o povo americano, que George W. Bush venceu as eleições e na altura das pessoas votarem, esse factor nunca esteve em cima da mesa. Agora provavelmente irá suceder o mesmo. 

 


 

 

*Li agora que a operação foi liderada pela CIA, com recurso a forças especiais.

 


publicado por Nuno Gouveia, às 03:51link do post | comentar | ver comentários (2)

Ossama Bin Laden foi morto no Paquistão por uma equipa de forças especiais. Ainda não há muitas informações, mas diversos órgãos de comunicação social estão a informar que os Estados Unidos estão na posse do corpo de Bin Laden. Uma grande vitória para os Estados Unidos e para a Administração Obama, que assim consegue eliminar o líder espiritual da Al-Qaeda e arquitecto dos infames ataques do 11 de Setembro. Durante o dia terei a oportunidade de debruçar-me mais sobre este assunto. 


01
Mai 11
publicado por Nuno Gouveia, às 23:47link do post | comentar

Normalmente não sigo com atenção a realidade política canadiana, mas devido um interesse académico, tenho estado atento à campanha eleitoral para as eleições que se realizam esta segunda-feira. Encontrei este vídeo do actual Primeiro-ministro e líder do Partido Conservador. Algumas semelhanças com este vídeo de Tim Pawlenty, não? Mas não deixa de estar bem feito. 


publicado por Nuno Gouveia, às 15:19link do post | comentar

O tradicional jantar dos jornalistas estrangeiros em Washington é um dos grandes momentos do ano. Barack Obama não se saiu nada mal. 

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José Gomes André

Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Alexandre Burmester

Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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