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Fev 11
publicado por Nuno Gouveia, às 22:20link do post | comentar

Na década de 80, o regime líbio era considerado dos maiores apoiantes do terrorismo internacional, tendo estado envolvido em diversos atentados. Em 1986, Ronald Reagan chegou mesmo a mandar bombardear Tripoli e Benghazi. A Administração Bush, em virtude do anúncio formal do regime de Khadafi de renúncia ao terrorismo e ao desenvolvimento de armas de destruição em massa, acabou com o embargo e normalizou as relações entre os dois países. Mas as recentes manifestações voltaram a degradar as relações, e nova intervenção pode suceder. Pelo menos foi isso que a Secretária de Estado, Hillary Clinton, afirmou hoje. Não sei se será apenas para manter a pressão sobre Khadafi, mas é a primeira vez que a Administração Obama ameaça usar a força desde que está no poder. Estas revoluções no Magrebe e Médio Oriente representam a mais grave crise de política externa do actual mandato, e se alguma coisa correr mal, este assunto não deixará de fazer mossa nas presidenciais de 2012.


Olá! Quero apenas deixar um breve ponto de vista, o acho que passa um pouco despercebido.
Com certeza a situação na líbia não é fácil, mas temos que ver que \"USA\" tem um interesse (e até necessidade) no petróleo líbio (e mundial).
Com todo e único poder de intimidação que tem, o Estados Unidos ameaça entrar com forças militares e só não fez até agora porque não teve apoio ou aval da comunidade internacional.
Afinal, o governo líbio está tentando desesperadamente destruir os poços de petróleo, justamente para não deixar nas mãos dos americanos.
Porém, isso não justifica as atitudes que Khadafi vem tomando e inclusive deve ser responsabilizado pelo ocorrido.
DANIEL APRIGIO a 4 de Março de 2011 às 21:16

Não será bem assim, pois as vozes que mais se têm ouvido para uma intervenção na Líbia até têm sido europeias (França e Inglaterra). Não tenho a certeza disto, mas parece-me que os americanos compram é mais à Venezuela, Arábia Saudita e Koweit. Aliás, até 2003, os EUA nem sequer tinham relações diplomáticas com a Líbia.
Nuno Gouveia a 4 de Março de 2011 às 21:29

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