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Nov 12
publicado por Alexandre Burmester, às 20:37link do post | comentar

 

 

 

Trata-se apenas de uma expressão metafórica - digo isto antes que surjam comentários mais ou menos febris!;-)

 

A verdade é que a repentina interrupção da campanha presidencial por causa do furacão Sandy, acrescida do facto de várias sondagens terem deixado de ser publicadas devido à catástrofe, veio introduzir nestes últimos dias de campanha algumas incógnitas cuja existência conhecemos (ou, para usar a linguagem do antigo Secretário da Defesa Donald Rumsfeld noutro contexto, "known unknowns").

 

E, destas incógnitas, a principal é : será que o desempenho do Presidente Obama como Comandante-Chefe (melhor dizendo, atendendo às circunstâncias, Comandante dos Sapadores-Bombeiros) nestes dias seguintes à passagem do furacão será suficiente para o reeleger?  Eu só digo: mal do Presidente que "precisa" de uma catástrofe natural para ser reeleito.


Antes uma catástrofe natural que um acto terrorista.
JCM a 1 de Novembro de 2012 às 22:52

«Eu só digo: mal do Presidente que "precisa" de uma catástrofe natural para ser reeleito.»

Precisa mesmo? Sei que está entre aspas, mas Obama tem de fazer o seu papel de presidente. Ponto.

É-lhe favorável esse papel, é. Mas mal dele se durante a campanha suspendesse o seu mandato. Ou ele aproveitou-se do facto (meteu-se em bico de pés)?

Para além do mais, a tão proclamada ideia que a corrida está empatada porque as sondagens nacionais dão taco a taco ambos os candidatos, é algo sem sentido. Basta consultar dois ou três compiladores de sondagens principais dos EUA para perceber que está em (clara) vantagem para a eleição no Colégio Eleitoral, ainda que haja margem para acreditar numa reviravolta de Romney.
João Saro a 4 de Novembro de 2012 às 04:21

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Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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