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Abr 12
publicado por Nuno Gouveia, às 17:21link do post | comentar

O Twitter, uma rede social com menor número de utilizadores do que o Facebook, está a destacar-se nesta campanha como um dos locais centrais da batalha entre Mitt Romney e Barack Obama. Neste momento existem nos Estados Unidos perto de 110 milhões de contas, sendo que o número activo rondará os 30% desse valor. No entanto esta é uma rede que se destaca, tal como em Portugal aliás, pela capacidade de influenciar os líderes de opinião, mas sobretudo, a agenda mediática, enquanto o Facebook representa mais uma oportunidade de comunicação directa entre os políticos e os seus apoiantes. Daí que o Twitter está repleto de consultores políticos de ambos os lados a tentarem espalhar a "palavra" do seu candidato. Ainda recentemente, a propósito da polémica com uma estratega do Partido Democrata e Ann Romney, foi no Twitter que explodiu a controvérsia, partindo daí para os restantes media (blogues, outras redes sociais e por fim chegando ao media tradicionais). David Axelrod (@davidaxelrod) e Eric Fehrnstrom (@EricFehrn) têm protoganizado interessantes discussões no twitter, e ambos os lados têm constantemente os próprios estrategas a tentar influenciar a agenda mediática. Com o apoio do exército de activistas, bloggers e colunistas partidários que pululam na rede. Como aponta o artigo que destaco no final deste post, até ao momento Mitt Romney parece estar a ter alguma vantagem sobre Obama nesta rede, mas não será aqui que alguém irá vencer as eleições. Mas se controlar a narrativa mediática numa longa campanha deste género é importante , o Twitter irá desempenhar um papel extremamente relevante para esse propósito.

 

Sobre este assunto, aconselho este artigo do BuzzFeed Politics


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Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Nuno Gouveia

Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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