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Ago 11
publicado por Nuno Gouveia, às 18:20link do post | comentar

Sem surpresas, o Senado aprovou hoje a lei sobre o limite da dívida pública. Acabou a crise (política) em Washington e os representantes do povo americano podem regressar aos seus estados. Em Setembro começa uma nova "guerra", a do debate sobre o orçamento para o próximo ano. Para mais tarde fica uma análise sobre os vencedores e derrotados desta "batalha".


Não terá sido todo este processo, um balão de oxigénio para o Tea Party?
Phil a 3 de Agosto de 2011 às 00:10

Pelo contrário, toda este processo veio demonstrar o radicalismo e vazio de ideias dos Tea Baggers, na próxima eleição, os candidatos Tea Baggers vão ser corridos do Senado e Congresso.
HCarvalho a 3 de Agosto de 2011 às 11:38

Lá está, o que prova que se trata de um movimento em claro crescimento e se pode tornar numa ameaça para as forças políticas actuais (estou a pensar que se podem tornar em algo independente dos republicanos).

Disclaimer: atenção, não sou sequer defensor dos Tea Baggers.
Phil a 3 de Agosto de 2011 às 11:53

Penso que o Tea Party. como movimento político com força dentro do GOP, está para durar. E também acho que, apesar de em determinado momento o radicalismo de alguns congressistas na House terem passado uma imagem intransigente, acabaram por sair por cima desta situação, até porque os termos do debate foram ditados por eles. Acredito que sem a sua intransigência, o acordo teria sido mais penalizador para os "interesses" republicanos.

E depois, no fundo acabaram por ser mais os democratas do que republicanos a votaram contra o acordo.
Nuno Gouveia a 3 de Agosto de 2011 às 12:42

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José Gomes André

Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Nuno Gouveia

Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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