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Mar 11
publicado por Nuno Gouveia, às 23:54link do post | comentar

President Obama is reluctant to intervene in the bloody civil war now underway in Libya. As a senior aide told The New York Times last week, “He keeps reminding us that the best revolutions are completely organic.” I like that notion of organic revolutions—guaranteed no foreign additives, exclusive to Whole Foods. I like it because, like so much about this administration, it is both trendy and ignorant.

Was the American Revolution “completely organic”? Funny, I could have sworn those were French ships off Yorktown. What about Britain’s Glorious Revolution, the one that established parliamentary rule? Strange, I had this crazy idea that William III was a Dutchman.

 

How to Get Gaddafi, Niall Ferguson

Numa altura em que as forças governamentais da Líbia avançam sobre os revoltosos, e que sobem de tom as críticas ao laissez-faire da Administração Obama, o historiador Niall Ferguson escreve um artigo muito crítico na Newsweek. As opiniões dos americanos dividem-se em relação à resposta americana, mas se as coisas correrem para o torto no Magrebe e Médio Oriente, Obama pode contar com muitas críticas da maioria do Partido Republicano e de parte do próprio partido. Devo dizer que concordo genericamente com a opinião de Ferguson. Uma intervenção militar não é a única solução em cima da mesa para ajudar os revoltosos líbios. Este não é tempo para deixar que, mais uma vez, um povo seja massacrado pelos seus próprios líderes. E não me venham dizer que os líbios não querem ajuda. Já deixaram bem claro isso


Se no caso egípcio, algumas pessoas acharam por bem que a comunidade internacional não interviesse no país afim de evitar serem acusados de ingerência nos assuntos internos de outros países, no caso da Líbia, a NATO devia mostrar a tiranetes da craveira de Khadafi, Chavez e Ahmadinejad, que o massacre da sua própria população devido a delírios ditatoriais, é a gota de água que faz transbordar o copo da paciência e dos valores ocidentais. Porque não é com discursos de "flower power" que se evitam atentados como o de Lockerbie, que se muda de um socialismo árabe miserável e opressor para uma democracia igualitária. A razão deve opor-se a alianças geoestratégicas e políticas, agora que as forças governamentais parecem reconquistar terreno aos rebeldes e o ajuste de contas do caduco regime líbio tresanda a sangue, superando a tragédia humanitária já em curso.
Dylan a 16 de Março de 2011 às 14:41

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José Gomes André

Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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