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Fev 11
publicado por Nuno Gouveia, às 16:52link do post | comentar

O momento egípcio, de Bernardo Pires de Lima. Neste artigo, aborda-se o que está em causa neste momento no Egipto e qual deverá ser a reação dos países ocidentais.

 

Cenários radicais, de Luís Naves. Neste post, o autor refere um post que escrevi no Cachimbo de Magritte. Não contesto que existe uma possibilidade da Irmandade Islâmica vencer umas eleições democráticas. O que quis dizer é precisamente que essa vitória não é assim tão provável de acontecer. De resto, Luís Naves aborda a temática da previsível influência da Irmandade Muçulmana num Egipto pós Mubarak de uma forma talvez demasiado optimista. Não acredito que seja provável que sigam o exemplo dos islamitas turcos. Mas é uma reflexão que aconselho a ler.


É altura dos puritanos decidirem se a UE e os EUA devem intervir no Egipto - sendo acusados de ingerência nos assuntos internos de outros países e sorvedouro dos recursos naturais dos mesmos - ou esperarem sentados que ocorra uma espécie de 25 Abril feito na internet e terminando num banho de sangue. Acho que o Ocidente não deveria agir de forma tão denunciada no Cairo pois certamente haverá alguém que represente a ambição legítima e democrática do povo egípcio, homens como Wael Ghonim e Khaled Said que não têm nada a haver com o fanatismo religioso de uma irmandade qualquer nem tampouco com a política.




Dylan a 10 de Fevereiro de 2011 às 22:55

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Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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