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Jan 11
publicado por Nuno Gouveia, às 16:55link do post | comentar

O cerimonial do discurso do Estado da União é também composto por uma resposta oficial do partido da oposição. Mas depois do discurso presidencial, a resposta da oposição perde sempre na comparação. Nos últimos anos, as respostas têm sido muito fracas, e até prejudiciais para os seus protagonistas. Bobby Jindal, governador republicano da Louisiana, no primeiro discurso de Obama, teve uma resposta tão fraca que o seu nome desapareceu dos radares durante uns meses. Ano passado o nível melhorou, com o governador Bob McDonnell, da Virgínia, que discursou directamente da sala legislativa estadual. Mas, ninguém se lembrará propriamente do que ele disse. Este ano a escolha do GOP recaiu novamente numa estrela em ascensão (existem rumores que o governador de New Jersey, Chris Cristie, recusou a "honra"), o congressista Paul Ryan do Wisconsin. Um político brilhante que tem vindo a subir na escola de valores republicanos devido às suas intervenções sobretudo económicas. Mas o tea party, que tem vindo a reclamar um lugar na mesa dos grandes, preparou também uma resposta em directo, através de Michele Bachmann, congressista do Minnesota e uma das vozes do tea party em Washington. Consta-se que estará a pensar em candidatar-se se Sarah Palin ficar no Alaska pela ala tea party. Uma espécie de Sarah Palin sem o seu star power.


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Investigador de Filosofia Política, redigiu tese de doutoramento sobre James Madison. Autor de "Sistema Político e Eleitoral Norte-Americano: um Roteiro" (Esfera do Caos, 2008). Escreve também no Delito de Opinião.
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Nuno Gouveia

Autor de uma tese de mestrado sobre as eleições presidenciais americanas de 2008. Escreve também no 31 da Armada e Cachimbo de Magritte.
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Define-se como um "ávido seguidor amador" da política americana, que acompanha há mais de 40 anos. As suas habilitações académicas situam-se na área da Língua e Literatura Inglesas e foi quadro de uma multinacional canadiana
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